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China já explora possibilidades para desenvolvido do 6G

O 5G só deve começar a ser explorado comercialmente a partir de 2019 em algumas poucas cidades em meia dúzia de países, mas a China já está virando a página e partindo para o desenvolvimento das redes móveis de sexta geração, o 6G.

De acordo com publicações estatais, o objetivo do país é começar a fazer experimentos já em 2020 e ter uma um padrão estabelecido para exploração comercial em 2030. Ou seja, nos próximos 11 anos, uma nova geração de redes móveis já deve estar chegando aos consumidores.

O responsável pelo desenvolvimento do 6G na China é um grupo de trabalho especial formado pelo Ministério e Indústria e Tecnologia da Informação do país asiático. O objetivo seria desenvolver um padrão de conexão sem fio pelo menos 10 vezes mais rápido que o 5G.

Nesse caso, o 6G poderia então alcançar velocidades máximas entre 1 e 2 Tbps (terabit por segundo), isso considerando que o 5G fica entre 10 e 20 Gbps (Gigabit por segundo). Vale destacar ainda que a grandeza dessas velocidades é impressionante. Se você tem uma conexão de 100 Mbps (Megabit por segundo) em casa, significa que um smartphone com 6G conseguiria até 20 mil vezes mais velocidade.

“O 5G tem três vantagens na comparação com o 4G: uma grande largura de banda, baixa latência e conexões amplas. O 6G se sairá melhor nesses três cenários”, disse Su Xin, chefe do grupo de trabalho que começou a trabalhar na nova tecnologia no ministério chinês. “O 6G pode revolucionar a estrutura de toda a rede cabeada e sem fio”, ressaltou.

É importante destacar que o advento do próprio 5G já é encarado como algo que vai gradualmente substituir a banda larga doméstica cabeada por uma conexão sem fio na casa dos clientes. Nesse caso, nós acabaríamos trocando a fibra óptica e os cabos de cobre por torres de celular e modems mobile por toda parte.

O 6G pode revolucionar a estrutura de toda a rede cabeada e sem fio

O 6G, contudo, pode ir ainda mais longe, segundo Xin, que fala em uma “revolução da estrutura cabeada”. Talvez isso signifique que, além de entregar a conexão ao cliente com a rede móvel, o 6G também possa entregar conexão de uma torre para a outra, dispensando uma estrutura cabeada entre algumas delas. Nada disso é confirmado, entretanto.

Fonte: G1

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